10 de abr. de 2011

Brasil: Produção de remédio contra rejeição de transplantes

     Um acordo que foi assinado na última quarta-feira (30), entre a multinacional Roche e a Fiocruz, permitirá que o Brasil passe a produzir o medicamento Micofenolato de Mofetila, indicado contra a rejeição de órgãos transplantados, principalmente rins. Ainda em 2011 a Fundação fornecerá nove milhões de comprimidos ao Sistema Único de Saúde (SUS).
     A partir de 2012, a Fiocruz produzirá 20 milhões de comprimidos do Micofenolato de Mofetila por ano. A parceria com a Roche também prevê intercâmbio científico para o desenvolvimento de novos tratamentos e transferência de tecnologia para a produção de medicamentos contra câncer, doenças neurológicas e virais.
     Para o presidente da Fiocruz, o acordo com a multinacional permitirá aumentar a sustentabilidade do SUS e é mais uma grande aposta no fortalecimento da política nacional de pesquisa e desenvolvimento (P&D), além de abrir oportunidade para outras parcerias. "Essa capacidade de diálogo e intercâmbio tecnológico e científico é fundamental para o país e para gerar benefícios para a população e seguramente será usada em futuros acordos do tipo". 


FONTE: Saúde Business 

enviado por: Thalyta Batista (1º período Farmácia-UFPI)

Diminuição de Sódio em Alimentos

     O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e as associações que representam os produtores de alimentos processados, assinaram, na quinta-feira (7), um termo de compromisso com o objetivo de reduzir gradualmente a quantidade de sódio em 16 produtos industrializados.
      O documento estabelece um teor máximo de sódio para cada 100 gramas de alimento, que varia de acordo com o tipo de produto. No caso das massas instantâneas, esse teor ficaria limitado a 1,9 grama, o que representaria uma diminuição anual de 30% nos valores atuais.
 
"É um fomento à alimentação saudável, equilibrada e nutricionalmente adequada. Desta forma, a indústria se propõe a reduzir gradualmente o uso do sódio em seus produtos a fim de promover melhor qualidade de vida ao à população", completa o presidente da Abia, Edmundo Klotz.



FONTE: G1 - Ciências e Saúde

Mirna Gois
Mestranda em Ciências Farmacêuticas
bloginfarmacia@gmail.com

6 de abr. de 2011

China nega existência de nova variedade do vírus HIV

     O Ministério da Saúde da China rejeitou na terça-feira (6) a possibilidade de que uma nova variedade do vírus da Aids tenha surgido no sul e no leste do país.
     A especulação surgiu depois que diversas pessoas começaram a relatar sintomas inusitados após terem tido relações sexuais sem preservativos. No entanto, os testes de infecção pelo HIV deram negativo nessas pessoas, gerando temores de que houvesse surgido uma nova variedade do vírus.
     O caso foi levantado pelo jornal de Hong Kong Oriental Daily News, que relatou a existência de pessoas com doenças não esclarecidas em partes do sul e do leste chinês - incluindo a capital, Pequim, as cidades de Xangai e Cantão e a Ilha de Taiwan - e até mesmo fora da China, em Cingapura.
     Deng Haihua, porta-voz do Ministério da Saúde chinês, disse à imprensa estatal que essas pessoas parecem estar com problemas psicológicos, aos quais se referiu como "fobia da Aids", sugerindo que os sintomas físicos são decorrentes de uma doença imaginária.


Mirna Gois
Mestranda em Ciências Farmacêuticas
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3 de abr. de 2011

Novo Alvo para a Vacina contra a Aids

     Uma pesquisa norte-americana publicada pela revista científica “PLoS One” sugere um novo alvo para a vacina contra a Aids. Segundo cientistas do Instituto do Câncer Dana-Farber, um filamento do HIV chamado em inglês de V3 loop pode ser o alvo ideal para a vacina.

     Os cientistas fizeram um anticorpo monoclonal – um preparado de milhões de anticorpos idênticos, retirados de um ser humano positivo para um clado específico do HIV. Em seguida, injetaram os anticorpos em macacos expostos a um clado diferente do vírus. Os pesquisadores já sabiam que os anticorpos se agarrariam a uma porção do V3 loop dos vírus, mas não tinham certeza se isso protegeria os macacos da infecção – o que aconteceu.
     Para transformar a descoberta numa vacina, os cientistas terão de encontrar uma maneira de focar as respostas do sistema imunológico na pequena parte do V3 loop que é compartilhado por vírus de diferentes clados. Assim, o próprio organismo conseguiria gerar os anticorpos contra o vírus.



FONTE: G1 - Ciências e Saúde

Mirna Gois
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30 de mar. de 2011

Possível cura do medo de altura através de comprimidos de hormônio

     Cientistas na Universidade de Basel, na Suíça afirmam que comprimidos de hormônio do estresse, o cortisol, podem ajudar pessoas a superar o medo de altura.

     Os cientistas fizeram testes em 40 pacientes que sofriam de medo de altura, ou acrofobia. Além dos comprimidos de cortisol e placebos, os pacientes também passaram por terapia comportamental.
     Depois dos testes, os pesquisadores descobriram que os que receberam o cortisol junto com a terapia comportamental tinham registrado uma grande redução do medo.
     O professor Dominique de Quervain, diretor do Departamento de Neurociência Cognitiva da Universidade de Basel, sugeriu, devido aos seus estudos anteriores, que o cortisol poderia ajudar no processo de "aprendizagem" do paciente durante esta terapia de confrontação.
     As pessoas que tinha recebido o comprimido de cortisol mostraram uma diminuição significativa no nível de ansiedade, em comparação com os pacientes que receberam o placebo. Agora, os cientistas da Universidade de Basel planejam investigar os efeitos do cortisol junto com a psicoterapia no tratamento de outras fobias e ansiedades.


FONTE: G1 - Ciências e Saúde


Mirna Gois
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27 de mar. de 2011

Pfizer faz recall nos EUA por troca de remédios de depressão e próstata


     A gigante farmacêutica Pfizer anunciou neste sábado (26) um recall de medicamentos em decorrência de uma troca entre embalagens de dois remédios distribuídos no mercado americano: um antidepressivo e um para o tratamento de problemas na próstata. 
     Por falha da empresa, a finasterida de 5 mg, usada no tratamento de hiperplasia da próstata, foi rotulada como o antidepressivo citalopram de 10 mg – e vice-versa. De acordo com um comunicado oficial da empresa, o lote atingido foi o de número FI0510058-A.
     Representantes da Pfizer no Brasil informaram que a empresa não comercializa esses produtos no país. O G1 tentou entrar em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas até o momento não obteve resposta.
     A companhia aconselha que os pacientes retornem as caixas de remédios ao farmacêutico ou a um fornecedor. Ainda não foi constatado nenhum prejuízo ou doença relacionados ao recall, informou o porta-voz da Pfizer.



FONTE: G1 - Ciências e Saúde

Mirna Gois
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24 de mar. de 2011

Expectativas na Criação de Novas Vacinas

Via VEJA - medicina

Novas fórmulas: o mapeamento da interação do alume no organismo abre portas para a decoberta de novas vacinas(Jupiterimages/Thinkstock)

Descoberta do processo de interação do alume com o sistema imunológico abre portas para a criação de vacinas contra HIV, tuberculose e malária.

     Catalisador do processo imunológico de diversas vacinas, o alume (ou sulfato duplo de alumínio e potássio) teve sua interação com as células humanas considerada um pequeno mistério científico por anos. Mas um recente estudo conduzido por uma equipe da University of Calgary´s Faculty of Medicine, no Canadá, descobriu exatamente como a substância funciona e interage no organismo após a vacinação. Publicado no periódico científico Nature Medicine, o achado pretende melhorar a maneira como as vacinas são produzidas, além de abrir possibilidades para a criação de outras mais eficientes contra aids e tuberculose.
     “Entender as propriedades do alume é de vital importância para a criação de novas vacinas. Esse era o único caminho pelo qual poderíamos entender como as vacinas já criadas funcionam e como aperfeiçoar esse mecanismo para doenças ainda sem prevenção”, diz Yan Shi, um dos membros da equipe de pesquisadores.
     “O que descobrimos nesse estudo pode nos ajudar a manipular o alume com um adjuvante adicional, por exemplo, para atacar doenças maiores, como o HIV, a tuberculose e a malária”, diz Tracy Flach, coordenadora da pesquisa.

FONTE: VEJA

Mirna Gois

Mestranda em Ciências Farmacêuticas
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