8 de jun. de 2011

"Ração Humana” pode ser prejudicial à saúde


     Pessoas que substituem refeições pelo consumo da chamada “ração humana” estão colocando a saúde em risco. É que esses produtos não fornecem todos os nutrientes necessários para uma alimentação adequada.  
     O alerta está no informe técnico, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no último dia 20 de maio. De acordo com a diretora da Agência, Maria Cecília Brito, “a substituição de refeições sem a orientação de profissionais de saúde pode gerar danos, como a anemia, devido à carência de nutrientes”.
     As formulações, popularmente conhecidas como “ração humana”, são, geralmente, compostas por mistura de diferentes cereais, farinhas, farelos, fibras e outros ingredientes, como: guaraná em pó, gelatina em pó, cacau em pó, levedo de cerveja, extrato de soja, linhaça e gergelim.  “O consumo de produtos com alto teor de fibras, como misturas de cereais, farinhas e farelos, deve estar inserido no contexto de uma alimentação diversificada e saudável”, orienta a diretora da Anvisa.
     O informe técnico da Agência destaca, ainda, que a expressão “ração humana” não pode ser utilizada como denominação de venda desses produtos. Isso porque o uso dessa expressão pode gerar dúvidas nos consumidores, uma vez que não indica a verdadeira natureza e característica desse alimento.
     Além disso, alegações de propriedades medicamentosas, terapêuticas e relativas a emagrecimento não podem constar do rótulo ou material publicitário do produto. “Vale destacar que não é permitida, na formulação de alimentos, a utilização de substâncias farmacológicas e fitoterápicas, tais como ginseng, ginkgo biloba e sene”, afirma Maria Cecília.
     A empresa que desejar comercializar produtos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde deve solicitar registro desses produtos junto à Anvisa. Durante o processo de análise do pedido de registro, a Agência irá verificar a segurança e eficácia. Além disso, a empresa terá que comprovar que o produto realmente cumpre a alegação que promete. Apenas depois de conseguir o registro, o alimento poderá ser colocado a venda.
     As empresas que não cumprirem as exigências estão sujeitas a pagar multas de até R$ 1,5 milhão.


Na íntegra do Informe Técnico 46/2011 da Anvisa. AQUI 


FONTE: ANVISA

Enviado por Pedro Simão, Guilherme Rodrigues e Miguel Castro (alunos 1º período de Farmácia - UFPI)

6 de jun. de 2011

Vacina contra febre amarela é eficaz com dose menor


      Uma pesquisa com 900 militares revelou que uma nova versão para a vacina contra febre amarela é eficaz mesmo se a dose for 50 vezes menor do que a injetada atualmente na população.
     Segundo reportagem do O Estado de S. Paulo, o maior estudo já realizado para avaliar a imunização com doses mais baixas foi realizado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), em parceria com o Instituto de Biologia do Exército.
     O estudo foi apresentado durante o Simpósio Internacional de Imunobiológicos, organizado em maio pelo Bio-Manguinhos. Na próxima fase da pesquisa serão imunizadas crianças do Pará para saber se a eficácia se mantém também nesse público, explica o pesquisador.


FONTE: guiadafarmacia.com.br

Enviado por Natassia Monte (aluna 1º período Farmácia - UFPI)

3 de jun. de 2011

Medicamento nacional reduzirá custos do SUS

Primeiro remédio genérico contra a Aids produzido pela Fundação Ezequiel Dias, pode fazer o SUS economizar R$160 mil por ano
     Na última semana, entrou no mercado, o primeiro medicamento genérico contra a Aids produzido pela Fundação Ezequiel Dias, laboratório público brasileiro. O genérico do antiretroviral Tenofovir é o resultado de uma Parceria Pública e Privada (PPP), firmada pelo governo federal para reduzir gastos com medicamentos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS).  De acordo com a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), as parcerias firmadas pelo Ministério envolvem sete laboratórios oficiais e dez indústrias privadas para produzir 24 medicamentos, com uma economia média para o SUS estimada em R$ 160 milhões por ano.
     A Anvisa participa das PPP´s por meio da adoção de regras diferenciadas para os processos de registro para medicamentos de interesse do SUS, como o Tenofovir, resultantes de parcerias do tipo público-público e público-privada.
     Os Comitês da Anvisa têm como meta reduzir o tempo necessário para que os medicamentos estejam disponíveis no SUS. Nos três primeiros meses deste ano, foram concedidos pela Agência 48 registros de genéricos.
     Os custos de pesquisa para a produção desse genérico do Tenofovir, empregado no coquetel anti-Aids, ultrapassaram R$ 25 milhões. Os medicamentos que compõem essa terapêutica são distribuídos na rede pública de assistência à saúde.

FONTE: Saúde Web 

Enviado por Rebeca Castelo (aluna 1º período Farmácia - UFPI)

Anvisa suspende produtos e propagandas irregulares


     A Anvisa publicou, nesta quinta-feira (02), no Diário Oficial da União, a suspensão, em todo o país, de alguns produtos que apresentaram irregularidades.
     
     O produto Sache de Álcool Con- Zellin- Hartmann, importado pela empresa Baxter Hospitalar e Ltda, não pode ser comercializado no país. A própria fabricante comunicou desvio de qualidade do produto, que apresentou suspeita de contaminação microbiológica.
     Foram suspensas, em qualquer tipo de mídia, todas as propagandas que atribuem propriedades não existentes ao alimento NQI (suplemento mineral à base de fósforo), fabricado pela empresa Gauer do Brasil Indústria e Comercio Suplementos Alimentares Ltda.
     Entre as indicações proibidas, estão as que relacionam o alimento como agente antioxidante e solubilizante, para tratamento, prevenção e cura de cálculos renais e osteoporose. Também está proibida a divulgação de supostos benefícios do fosfato presente no alimento, como agilidade de raciocínio, fortificação de memória e aumento da disposição física e mental. Não há comprovação científica dessas atribuições perante a Anvisa.
     Também foi publicada, na quarta-feira (01), a suspensão das propagandas do produto Redufast, em todos os veículos de massa. O produto não tem registro na Agência.
     A suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial. As pessoas que já tiverem adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper o uso.



FONTE: Saúde Web

Enviado por Rebeca Castelo (aluna 1º período Farmácia - UFPI)

II Congresso Norte-Nordeste de Ciências Farmaceuticas

      O II Congresso Norte-Nordeste de Ciências Farmaceuticas acontecerá entre os dias 03 e 06 de Agosto de 2011. O evento é realizado pelo Conselho Regional de Farmacoligia da Paraíba, com o apoio do Conselho Federal de Farmacologia.

Mais Informações: http://www.crfpb.org/


FONTE: CRF-PB

Mirna Gois 
Mestranda em Ciências Farmacêuticas 
bloginfarmacia@gmail.com

2 de jun. de 2011

Cientistas desenvolvem compostos que repelem mosquito da dengue

     Uma nova técnica pode ajudar a produzir repelentes e fornecer mais uma arma na luta contra doenças como a dengue e a malária. A pesquisa foi desenvolvida pela Universidade da Califórnia, Riverside, nos EUA e seus resultados foram publicados pela revista científica “Nature”.
     Os mosquitos que se alimentam de sangue humano localizam suas presas – ou seja, nos encontram – pelo olfato. Eles são atraídos pelo gás carbônico (CO2) que exalamos. Sabendo disso, a equipe chefiada por Anandasankar Ray buscou desenvolver produtos químicos que afastassem os mosquitos interferindo em sua percepção sensorial.
     A pesquisa teve como alvo três espécies de mosquito que transmitem doenças graves: oAedes aegypti, vetor da dengue; o Culex quinquefasciatus, que tem como doença mais grave ligada a ele no Brasil a filariose linfática; e o Anopheles gambiae, que espalha a malária, sobretudo na África.
     O entomologista Ademir Martins, que é pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e tem experiência no combate aos vetores, faz ressalvas. “É uma alternativa, mas é uma medida paliativa.     A principal medida ainda é a eliminação dos criadouros, e não o uso de repelentes”, alertou o especialista brasileiro. “Todo avanço é bem-vindo, desde que não seja prejudicial à saúde e barato”, completou.


FONTE: G1.com


Mirna Gois 
Mestranda em Ciências Farmacêuticas 
bloginfarmacia@gmail.com

30 de mai. de 2011

Produtos de limpeza podem causar obesidade

Segundo endocrinologista, alguns compostos nos produtos de limpeza podem favorecer o aumento da obesidade.



     Alguns compostos comuns no dia-a-dia, presentes em coisas que vão desde produtos de limpeza, plásticos e agrotóxicos até metais e plantas, são capazes de alterar o metabolismo humano e causar obesidade, de acordo com o endocrinologista Nelson Rassi, do Hospital Geral de Goiânia.
     Essas substâncias, chamadas de "disruptores endócrinos", alteram tanto a função quanto a produção hormonal e aumentam a gordura abdominal, afirmou o médico em um simpósio realizado nesta quinta-feira (26)  durante o 14º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, em São Paulo.
     Esse compostos são encontrados em diversos produtos industriais ou farmacêuticos. E, quanto mais jovem for a pessoa – ainda criança ou na vida intrauterina –, mais suscetível ela está. 
     Rassi citou, dentre vários, um produto como possível causa de obesidade: um composto químico denominado "ftalato", utilizado em brinquedos e banido da Europa em 1999 e dos EUA em 2008. O produto continua sendo aplicado em perfumes, laquês, embalagens e revestimento de paredes.     
     O médico mencionou, ainda, a "genisteína", um derivado da soja, e o fungicida "tributilina", usado na preservação de madeiras, que têm sido apontados como responsáveis pelo ganho de peso em animais. “A soja em si não tem esse poder deletério, mas sim esse concentrado”, explicou.
     "As leis devem ser mais rígidas em relação aos produtos cujos efeitos desconhecemos, principalmente os destinados ao público infantil”, disse Rassi.


FONTE: G1.com

Enviado por Paloma Carvalho (aluna 1º período de Farmácia - UFPI)